quarta-feira, 7 de abril de 2010





Soneto pela metade

Tu amas bem distante, de longe: intangível
ama distante, monge distante, monte sensível
irradia partículas, gotículas, pedrinhas, estilhaços
Afago tuas maçãs vulgares & teus argos espaços


(me dá só um pedaço?)

"es poco, es ancho, es escaso y es todo"
negrume iluminante: pele de amanheceres
canto receoso de corpo, cerejas doces no osso

Najua R. *~

Fiz pro meu nego, meu muso carioca... rsrs

...To enferrujada, mas como diria Leminski Escrevo por que preciso e ninguém tem nada com isso!

... Cansada:provas, provas, provas, colas, molas, provas... ansiedade... e viva o guaraná... não tenho medo morrer... mas... eu não quero morre antes de dezembro... também espero que o Rio não vire mar...

Sempre quis um brinquinho de cereja!!! são frutinhas tão doces e ao mesmo tempo tão instigadoras...
Pedi um corset branco, será q ele me aperta tanto quanto meu sonhos?

sonha pra não durmi (8)

Um comentário:

Anônimo disse...

Puxa, nego de sorte esse, hein, Najua! Espero que ele supere, ou, no mínimo, não fruste tuas expectativas.

Bonito soneto! Pena que pela metade...

"Oh, pedaço de mim... Oh, metade afastada de mim! ♫"