quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Dissertação


"A Igreja do Diabo", de Machado de Assis, descreve a necessidade que o homem teria de regras que lhe digam o que fazer e como se comportar. Uma vez conseguido isso, ele passaria a violar secretamente as normas que tanto desejou.Escreva uma dissertação que analise esta visão que o autor tem do comportamento humano. Você pode discordar ou concordar com ela, desde que seus argumentos sejam fundamentados.O maior mérito estará numa argumentação coesa capaz de levar a uma conclusão coerente."

Da não auto-negação


O homem apesar da visão humanística do século XV,ainda sim é um "animal",ou seja,um ser institivo,tanto que,está categorizado em um Filo-objeto de estudo da Biologia. Segundo Darwin dentre estes instintos está o de perpetuação da espécie,que,no caso do ancestral do Homo Sapiens geralmente se dava pela dominação através da competição.

As leis,não apenas a legislativa,mas também,as morais suprimem os instintos básicos de sobrevivência(o sexual,o agressivo)de forma que,de acordo comFreud o índividuo forma:o Id,parte onde esses desejos reprimidos estão "adormecidos".Freud em seus estudo afirma que um dos mecanismo de defesa do homem seria o de negação ou seja “um estado de apreensão racional que não resulta em ação adequada”

Se uma das inclinações dormentes é a da competição e no Estado atual estas são penalizadas seria natural a transferência da vontade de dominação para o censurador,tal qual,durante o século XVII quando surgiu um grupo de pessoas que defendiam a república como sistema político e como no Brasil entre 1964 a 1945 que ocorreu um conflito entre os cidadões e o Estado ditatorial,que tinha por sua caracteristíca a opressão violenta.



Como um ser que tem na natureza a vontade de domínio,a tendência seria a não aceitação do mesmo,portanto,a negação da moral e das ideologias que de acordo com Satre também são opressoras.Em contrário seria uma auto-negação,já que,seria uma represão a parte do seu ego.Então o comportamento de violação de regras é algo inerente como descreve Machado de Assis em :"A igrejinha do Diabo".

*~


ok!fuga de tema!prolixidade igual a:falta de conteúdo.
defendi mal minha idéia xP
mew que tema foda =D

Como dissertar nos meus desertos?
Deus eu sou comum!!deixem-me usar meu senso!ainda sim é senso!

me duele, pero me dio mi fuerza interior
=)

domingo, 16 de novembro de 2008



España,23 de Octubre del pasado

Querido,dói tanto o verso em ti quanto em mim?
ou só eu desejo a mente rasa?
Querido,
no consigo tener tu asas para sobrevoar
estes poucos e s
ão tão poucos.

Y también n
o consigo tener fome.Y no consigo nem ser insone.
mas prometo estar uno dia estar con usted mi Tom,si hay yo,
uno dia yo serei,nem qué me torne a respiración no caos.


p.s:n
ão esqueça traga meus tecidos y ossos nuevos.

para:alguno Tom de piel
de:alguna perspectiva
_______________________________________

54 pontos no vestibular?

n
ão,não quero mais ser ínfima;adaptar-me não será mais uma ânsia,
nem captar um "igual" será uma necessidade
agora eu quero o desejo y a mente ativa.novamente eu.


(que colocacoes pronominais confusas!!!)

dia especial apesar dos pesares...

é...
quem disse que uma pergunta n
ão pode mudar uma vida?

si hay influência y cliché nisto?
ah!as vezes acho que as pessoas fogem tanto dos "outros" que se refugiam em um sí útopico
...teorias,olha elas retornaram!

si hay incoerência en mi?

In core
Vale

quarta-feira, 22 de outubro de 2008



Não era palído não era nem claro.Lilian não estava nem vestida.Estava nua na sacada morna daquele sábado.Ah!aquela mania de esvair-se me irritava!Acendi o cigarro,até a mente esfolia-se depois da felação.

O dia está nublado e meu céu está tão sólido.Tanto cour,tanta cor,romperia artéria?A casa cheira a canela e nicotina.Sufoco e ele está coberto.Desejo,desejo,violento.Como eu quero descobrir ele!na ação só sedimento.

Denovo aquele caminhar amendrontador,sedutor só dela.Vazio verde repleto de algo.Mas vazio.

Despi-la era tão fácil quanto desvendá-la.Só vulva,vólupia sem pele,pele sem flor.

Pétalas rocavam as curvas.Orvalhos banhavam a manhã sem sol.Leveza.

Seus cabelos ruivos acariciam minhas costas,beijos cor de maçãs.Logo eu que detesto frutas vermelhas.Gosto apenas do azedo do final.Da explosao suculenta e a paz que vem depois.

Agora ele vai embora.Ah!usá-lo mais um dia seria bom,quem sabe...mesmo que não abriga meu silencio nos abraços...

Vou embora,mulher sem sódio sem brigas,completa idota!

ele volta?...ah!dele eu só queria essa maneira plana e retília de olhar.

É,eu voltarei,ainda quero olhar com seus olhos vazios.

Quem sabe ela estivesse vestida...

Quem sabe o que é amor...


segunda-feira, 20 de outubro de 2008


"o país dos contos de fadas se encontra na nossa alma"
Hans Dieckman
Arquétipo
destilo o mito
mudar de estilo
dá nisto

quarta-feira, 15 de outubro de 2008















E eu que
não sou frágil?
E eu que
não tenho pele clara
Eu que tenho pele suja
E jamais vou vestir sol,lua ou infinito
Eu que
não tenho rubro no rosto
Eu que
só tenho a delicadeza que beija
á superfície bruta
de desejo torto e corpo barroco
Não tenho direito a grito,poesia com motivo
Eu que sou medíocre e
só quis ser pequena

*
~



domingo, 12 de outubro de 2008



sapatilhas vermelhas
nas tuas panturrilhas
meu amor redondilhas


N.r*~

Quem não gosta de dança
de bolo,vermelho no rosto
e verso bobo?


quinta-feira, 9 de outubro de 2008

sem faces


por debaixo das lentes
hávera a miopia lenta
que aperta tuas meninas
e meu peito descarado

por debaixo dos aros
arcos e fechas
disparam estrabicos
e poem diamantes nos olhos

por debaixo
mais ainda vale,arco-íris
cores,estrelas,liras,suores
vis brilhantes

por debaixo das sombrancelhas
pupila que disseca
dizem mais amor
que muitas bibliotecas

por debaixo dos óculos
o homem
por debaixo do homem

...


~*
pra não esquecer dos versos que eu fazia aos doze
pra não esquecer tudo deve ser livre
até o verso.

domingo, 5 de outubro de 2008


Y hurt your wing

And after you became sky

Now,you liquefy

Even so fly my butterfly

Gilt on anything


Medo de tocar na caneta
e dissolver-me.

É que todas as tintas
sorvem nuvens
e cilios

Acedem incendios

E incidem azuis

a dor é que
origames voam

E meu lirismo sempre se desfaz.

agora,desfazer-me
e esperar.