domingo, 31 de janeiro de 2010




Lissen my peace(escuta minha paz)
Escuta meus beijos, a fala vaga afoga o que diz.
Por isso, aconchega a melodia, se nina
te mima,I wish IF it were a Kiss (que derá isso fosse um beijo)

Talvez fosse melhor te adomecer
Num colo de utopia, essa morte aninha
Não!Cresce livre dorzinha
sobrevive de lágrimas flor

com livros e lírios, fina líbelula afloresce
Deixa, colori teus sorrisos e trechos de cílios
silencio seixos cardis
são nossos feichos de abris,is were a Kiss(isso foi um beijo)

*~


Como eu não sei tocar violão nem acordeão, eu fiz esse carinho ai prum amigo...é, eu tenho ternura... apesar dos meus olhos escuros e meu rosto duro...


em crise de crescimento. feliz da vida.


sábado, 2 de janeiro de 2010



A existência deveria ser contabilizada?


fato que é que há a minha doce percepção de finito.A sensação de magnitude atemporal:aquela que envolve a gente numa noite estreladamente misteriosa.




Bom saber que há o negrume do fim de algo posterior a uma explosões de fogos que iníciam


uma gálaxia desconhecida,movimentos antagônicos que coexistem.




apreenda o cosmo pra acolchoar contelações em si


"que tristes os caminhos se não fora a mágica presença das estrelas"


shine live myself


2010.




(tava muito doida quando escrevi isso! uma noite sem dormi!)



Saudade cor de rosa,carinho endoçando angústias.E eu enrolo a lembrança nos meus cabelos cacheados:encastanhados da saudade senil.Aninho a reminiscencia na colcha,mamãe já dizia,manha sensual de morena é só gostar de entardecer.Emadeirada espero que a ânsia matinal esvaneça numa tarde perolada.

Três tarde de domingo parece saturno primaveril,qualquer algo mais propricio a existência.O maturar do sol recém-nascido enlangace tal pigmalia.Vagarosa,perfumo-me do nosso bronze mais típico:canela e patchulli.Sou também artifício,meia marfim com sapatilhas cínicas,algodão sonso,bordado pro desfio.

Suspirar é a reflexão nos pulmões.Acizento o ambiente de conforto prosaico,enfumaço ma inquietude.Ponderar não é arte de moça saudável,mas dolentemente atino pra possibilidade de transmutação e apago a angústia que já é sutileza insurpotável:

- a l ô,a l ô,tá me escutando?
-Menina,menina distante,sua voz tá meio longe.Alô?
-(me mora sem brutalidade,sou quebrável ao mínimo siso afiado)hum.e agora,tá?
-(riso)agora,te ouço no osso.
-(não quero puir com sadismo...)sinto sua falta.quando te rencontro?
-Menina,eu demoro.

saudade bordô,eu a bordo da dor.