
lanço toda a ternura ao mar mesmo que algumas adormeçam nas areias e pedras eu insisto em acariciar ventanias e rochas.Me lançar é laçar...e eu me lanço,me lanço na lança das pupilas,na ressaca das palavras,no sal dos homens.
E as mãos ainda são de espumas maritimas.Essas rendas de não saem do olhos,apenas tecem renascencia frageis ao toque do som.Um dia hei de ter a pele entalhada,os olhos de taipa e ou serei toda litoral.
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